Aos 17 anos, ela saiu de casa e começou a cantar em bares de Houston e Austin, no Texas, para juntar dinheiro e ir para a Califórnia.
Em 1965, ela já estava cantando blues e folk em bares de San Francisco e Venice, na Califórnia, nesse período, ela tinha perdido seus colegas e estava desempregada. Janis voltou para Austin em 1966, para cantar numa banda Country, mas, em poucos meses um amigo dela, o empresário da Chet Helms, apresentou-a a uma outra banda de San Francisco, a Big Brother, que estava precisando de uma cantora.
Então, ela voltou à Califórnia e juntou-se à essa nova banda. Janis Joplin e Big Brother deram um show em 1967, no Monterey Pop Festival; então Albert Grossman se propôs a empresariá-los. Janis Joplin começou a tornar-se uma superstar.
Após um grande sucesso do primeiro LP cm os Big Brothers, a gravadora Columbia Records assinou um contrato, e, o álbum Cheap Thrills, com o single "Piece My Heart", conquistou o disco de ouro. Passado um ano, Joplin começou a se ofuscar na banda, então ela resolveu deixar os Big Brother (mesmo tendo participado de algumas faixas do álbum Be a Brother, de 1971), para seguir sua carreira com o guitarrista Sam Andrew, formando a banda Kozmic Blues.
Finalmente, o LP Kosmic Blues foi lançado, com várias faixas de blues-rock, assim como "Try (Just a Little Bit Harder)". Durante este período, Joplin começou a se envolver demais com álcool e drogas,principalmente heroína mas mesmo assim sua vida parecia estar seguindo o rumo certo, com a gravação de Pearl.
Ela estava até pensando em se casar e estava entusiasmada com a banda Full Tilt Boogie, que ela tinha formado para produzir o álbum Pearl (Pearl era o apelido de Joplin).
Em 4 de outubro de 1970, o corpo de Janis Joplin foi encontrado num quarto do Hotel Landmark, em Hollywood, com picadas de agulha recentes, no braço.A causa de sua morte foi dada como overdose acidental de heroína. O LP póstumo Pearl (#1,1971) homenageou-a com a canção "Me and Bobby McGee" de seu amado Kris Kristofferson, e foi lançado com a faixa "Buried Alive in the Blues" sem o vocal de Joplin, que morreu antes de fazê-lo. Várias coletâneas póstumas foram lançadas, assim como o documentário Janis, de 1974.
Documentário das ultimas horas de Janis Joplin narrado pela Pitty.


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